A mídia digital ganhou força nos últimos anos. Com os preços dos discos e livros – que chegam a ser exorbitantes devido aos impostos – o consumidor opta por um meio mais acessível.
O que é?
No sentido mais amplo, mídia digital pode ser definida como o conjunto de veículos e aparelhos de comunicação baseados em tecnologia digital, permitindo a distribuição ou comunicação digital das obras intelectuais escritas, sonoras ou visuais.
(definição retirada da Wikipédia)
Hoje podemos encontrar muitos terabytes de dados onde estão incluídos filmes, músicas, livros e jogos, na rede e você pode adquiri-los com transações de cartões de crédito ou no boleto bancário. E tendo em vista o quanto uma mídia física pode ser frágil, os internautas preferem ter os arquivos em seus HDs. Preferindo ajudar e fortalecer a industria adquirindo dados digitalmente. Vários serviços de distribuição
facilitam o acesso aos vários tipos de dados. Podemos citar como exemplo o
iTunes, a Steam e a Google Play.
O consumidor dos dois tipos de mídia concorda quando questionado sobre a sensação de ter suas próprias coleções de livros, CDs e DVDs. Muitos querem ter o próprio acervo. Porém os preços altos desanimam muitos consumidores. Todos concordam que pagamos impostos muito altos sobre todo tipo de produto. Assim alguns escolhem adquirir muitas coisas de forma ilegal. A pirataria acaba atingindo esses dois tipos de mercado. Com as novas tecnologias ficou muito mais fácil distribuir produtos digitais ilegalmente.
A baixo você pode ouvir uma entrevista rápida onde o meu convidado responde 8 perguntinhas. Ele se chama Diego Branco, e é estudante de Sistemas De Informação na UNINORTE. Diego escolheu usufruir os dois tipos de mídia e não defende a pirataria.
As perguntas referem-se ao aumento da demanda por arquivos digitais, as expectativas para este mercado e como isso influenciará no acesso das pessoas.